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A Igreja deve ser atractiva?

Papa Bento XVI

Papa Bento XVI

A resposta do Santo Padre (durante voo de Itália para a Escócia):

Diria que uma Igreja que procura ser acima de tudo atrativa já está no caminho errado. Pois a Igreja não trabalha por si, não trabalha para aumentar seus próprios números, e assim o seu poder. A Igreja está a serviço de um Outro, serve não por si, para ser um corpo forte, mas  para tornar acessível o anúncio de Jesus Cristo, as grandes verdades, as grandes forças de amor, de reconciliação, que apareceram nessa figura e que vem sempre da presença de Jesus Cristo. Neste sentido, a Igreja não procura a sua própria atratividade, mas deve transparecer Jesus Cristo. E na medida em que não é por si mesma, como corpo forte e poderoso do mundo, mas se faz simplesmente a voz de um Outro, torna-se verdadeiramente transparente para a grande figura de Cristo e as grandes verdades que trouxe à humanidade, a força do amor. A Igreja não deve considerar a si mesma, mas ajudar a considerar o Outro, ver e falar de um Outro.

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Cem anos de pedofilia

Há uns meses que tenho este texto aqui de lado para o partilhar convosco fui sempre adiando a sua inserção. Eis que finalmente o partilho.

Resumindo, nele se refere que a grande razão pela qual a pedofilia não se alastrou mais nos tempos passados foi, precisamente, pela influência do cristianismo.

Contudo, neste último século o mundo e a sociedade foram criando condições propícias para que o fenómeno despertasse e, ironia, no fim quem surge como grande rosto responsável para o qual todos os dedos apontam é precisamente quem mais fez para que a pedofilia se refreasse: a Igreja Católica.

Leiam (texto tirado daqui):

Na Grécia e no Império Romano, o uso de menores para a satisfação sexual de adultos foi um costume tolerado e até prezado. Na China, castrar meninos para vendê-los a ricos pederastas foi um comércio legítimo durante milênios. No mundo islâmico, a rígida moral que ordena as relações entre homens e mulheres foi não raro compensada pela tolerância para com a pedofilia homossexual. Em alguns países isso durou até pelo menos o começo do século XX, fazendo da Argélia, por exemplo, um jardim das delícias para os viajantes depravados (leiam as memórias de André Gide, “Si le grain ne meurt”).

Por toda parte onde a prática da pedofilia recuou, foi a influência do cristianismo — e praticamente ela só — que libertou as crianças desse jugo temível.

Mas isso teve um preço. É como se uma corrente subterrânea de ódio e ressentimento atravessasse dois milênios de história, aguardando o momento da vingança. Esse momento chegou.

(mais…)

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O centro da questão…

Não tenho nada a acrescentar a este texto do JSarto que podem encontrar aqui:

A propósito das recentes notícias sobre casos de abuso sexual de menores cometidos por sacerdotes católicos na Alemanha e na Áustria, não deixa de causar admiração o modo hipócrita como os costumeiros inimigos externos e internos da Igreja, de imediato, se aproveitaram delas para, uma vez mais, difamarem essa Igreja e atacarem a pessoa do Papa.
De facto, é razão para espanto que os mesmos que defendem o assassinato impune e indiscriminado de seres humanos inocentes e indefesos no próprio seio materno através da prática vil do aborto, rasguem agora vestes em público à maneira dos fariseus, por causa destes abusos, numa atitude que tem tanto de falso como de canalha. Efectivamente, em tese e utilizando a lógica pervertida deles, onde é possível o mais (matar um ser humano inocente e indefeso), também deveria ser possível o menos (abusar sexualmente de um ser humano inocente e indefeso). Porém, esta gente sem escrúpulos, da qual fazem parte os repugnantes católicos de letreiro comummente conhecidos por progressistas, está-se nas tintas para quaisquer raciocínios lógicos, interessando-lhe apenas pegar com oportunismo em tudo o que permita atacar as verdades de fé e moral católica!

Ora, ademais da notória má-fé de quererem implicar todo o clero católico nestes sucessos infames, quando os mesmos foram praticados tão-só por uma pequena minoria, jamais sublinham – porque isso não lhes convém – que aqueles são o fruto directo, não da prática da fé e moral católicas, mas sim do abandono da mesma prática e da sua substituição pelos erros do progressismo. É que com respeito a esta matéria, o que tem vindo ao conhecimento público nos anos mais recentes não demonstra qualquer fracasso da doutrina católica tradicional – nomeadamente da disciplina do celibato sacerdotal -, comprovando antes a chocante falência moral da heresia progressista, de que os abusos sexuais de menores no interior da Igreja são um dos frutos mais vis.

É simples coincidência que os primeiros casos de abusos sexuais ocorridos na Igreja remontem há cerca de sessenta anos, quando a heresia progressista começava a ganhar terreno no interior do mundo católico, debalde os esforços do Papa Pio XII em contrariá-la? Não! É simples coincidência que os casos de abusos sexuais hajam disparado depois do Concílio Vaticano II, o qual, no mínimo, baixou as defesas da Igreja contra a heresia progressista e permitiu que esta se infiltrasse em amplíssimos sectores católicos? Não! Aonde conduziu uma heresia que sustenta que o pecado não ofende a Deus (quando não nega a existência do próprio pecado), que refuta a natureza sacrificial propiciatória e expiatória da Missa, que prega a salvação universal independente dos méritos pessoais, e que considera admissível a tendência homossexual? Os resultados, esses, estão agora à vista de todos…

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