Feeds:
Artigos
Comentários

As razões do meu afastamento

Tenho andado um pouco afastado destas andanças blogueiras, mas é por um bom motivo… ou melhor, por dois bons motivos:

  • O mais novo:
Daniel

Daniel

  • O mais velho:

Santos Anjos Miguel, Gabriel e Rafael

Arcanjos Miguel, Rafael e Gabriel

Arcanjos Miguel, Rafael e Gabriel

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede nosso refúgio contra a maldade e as ciladas do demónio.

Ordene-lhe Deus, o pedimos, e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai no inferno a Satanás e a todos os espíritos malignos que andam pelo mundo para perder as almas.

Vós, príncipe dos exércitos celestes, vencedor do dragão infernal, recebestes de Deus força e poder para aniquilar, pela humanidade, a soberba do príncipe das trevas.

Insistentemente vos suplicamos que nos alcanceis de Deus a verdadeira humildade de coração, uma fidelidade inabalável no cumprimento contínuo da vontade de Deus e uma grande fortaleza no sofrimento e na penúria.

Ao comparecermos perante o tribunal de Deus, socorrei-nos para que não desfaleçamos.

São Miguel Arcanjo, defendei-nos e protejei-nos. Amém!

A Igreja deve ser atractiva?

Papa Bento XVI

Papa Bento XVI

A resposta do Santo Padre (durante voo de Itália para a Escócia):

Diria que uma Igreja que procura ser acima de tudo atrativa já está no caminho errado. Pois a Igreja não trabalha por si, não trabalha para aumentar seus próprios números, e assim o seu poder. A Igreja está a serviço de um Outro, serve não por si, para ser um corpo forte, mas  para tornar acessível o anúncio de Jesus Cristo, as grandes verdades, as grandes forças de amor, de reconciliação, que apareceram nessa figura e que vem sempre da presença de Jesus Cristo. Neste sentido, a Igreja não procura a sua própria atratividade, mas deve transparecer Jesus Cristo. E na medida em que não é por si mesma, como corpo forte e poderoso do mundo, mas se faz simplesmente a voz de um Outro, torna-se verdadeiramente transparente para a grande figura de Cristo e as grandes verdades que trouxe à humanidade, a força do amor. A Igreja não deve considerar a si mesma, mas ajudar a considerar o Outro, ver e falar de um Outro.

Pedido urgente para agirmos

C-FAM

Caríssimos, a C-FAM está a promover uma declaração a ser apresentada na ONU para se opor a um outro documento, também ele a ser apresentado na ONU, que defende aborto a pedido e extensa educação sexual para as crianças.

É nosso dever colaborar para que esta declaração da C-FAM atinja o maior número possível de assinaturas.

Eis o pedido da C-FAM:

Dear Colleague,

Radical pro-abortion youth have written a document that the UN General Assembly is considering accepting. This would be disastrous. The document was written under the careful scrutiny of the UN Population Fund and International Planned Parenthood Federation. It calls for all the usual craziness: abortion on demand, comprehensive sex education…all for kids!

A group of smart young people have drafted a counter document that we will present to the UN later this month or early next month. This document will show the UN that radical youth DO NOT TALK FOR ALL YOUTH!

In order to make the necessary big splash, we need as many signatures as we can get. We need you to please sign THIS document right now and then send this note to everyone in your address book? Will you put this email up on Facebook? Will you circulate it among all of your family and friends.

I am often asked what you can do to help our cause at the UN. Here is something you can do that will make a HUGE DIFFERENCE!

UN delegations have requested our help in countering the radical youth document. Your signature on THIS document will help good pro-life delegations fight back against the radical pro-abortionists who want to undermine the morals of our children.

Act now and sign THIS document and then send this email to everyone you know.

Time is running out. We need 50,000 names in three weeks!

Sincerely,

Austin Ruse

President/C-FAM
Editor/Friday Fax

Cem anos de pedofilia

Há uns meses que tenho este texto aqui de lado para o partilhar convosco fui sempre adiando a sua inserção. Eis que finalmente o partilho.

Resumindo, nele se refere que a grande razão pela qual a pedofilia não se alastrou mais nos tempos passados foi, precisamente, pela influência do cristianismo.

Contudo, neste último século o mundo e a sociedade foram criando condições propícias para que o fenómeno despertasse e, ironia, no fim quem surge como grande rosto responsável para o qual todos os dedos apontam é precisamente quem mais fez para que a pedofilia se refreasse: a Igreja Católica.

Leiam (texto tirado daqui):

Na Grécia e no Império Romano, o uso de menores para a satisfação sexual de adultos foi um costume tolerado e até prezado. Na China, castrar meninos para vendê-los a ricos pederastas foi um comércio legítimo durante milênios. No mundo islâmico, a rígida moral que ordena as relações entre homens e mulheres foi não raro compensada pela tolerância para com a pedofilia homossexual. Em alguns países isso durou até pelo menos o começo do século XX, fazendo da Argélia, por exemplo, um jardim das delícias para os viajantes depravados (leiam as memórias de André Gide, “Si le grain ne meurt”).

Por toda parte onde a prática da pedofilia recuou, foi a influência do cristianismo — e praticamente ela só — que libertou as crianças desse jugo temível.

Mas isso teve um preço. É como se uma corrente subterrânea de ódio e ressentimento atravessasse dois milênios de história, aguardando o momento da vingança. Esse momento chegou.

Continuar a ler »

Da sucessão apostólica

São Pedro

São Pedro Apóstolo

Um dos argumentos mais batidos pelos protestantes contra o primado de Pedro e o papado é a alegação de que a Igreja Católica como instituição propriamente dita começou apenas uns séculos após a morte de Cristo, no tempo de Constantino. Nada mais falso.

Na minha pequenez e ignorância apenas posso remeter para a sabedoria de outros na refutação desta mentira, assim sendo vou partilhar convosco dois textos do Prof. Angueth, cujo blog recomendo vivamente.

No primeiro texto, responde-se a uma leitora protestante (Wendy) tendo esta defendido que “a Igreja não existia nos tempos apostólicos e foi fundada por Constantino (a la Dan Brown)“. Eis parte da resposta (recomendo a leitura completa do post):

A irritante ignorância histórica auto-imposta dos protestantes é algo que surpreende o mundo há milênios; eu disse milênios e não séculos, pois os protestantes são muito mais antigos que Lutero e Calvino. Estes são herdeiros pós-medievais dos hereges mais antigos, os gnósticos, dos quais não me canso de falar. Uma prova histórica disso (atenção Wendy!, se você quiser permanecer protestante, desconheça esta prova) se encontra no livro de Santo Irineu, Contra as Heresias [cito da 2ª. edição da Paulus, 1995], que diz, falando dos hereges gnósticos (Livro III: 2,2-2,3): “Quando, por nossa vez, os levamos à Tradição que vem dos apóstolos e que é conservada nas várias igrejas, pela sucessão dos presbíteros, então se opõem à tradição, dizendo que sendo mais sábios que os presbíteros, não somente, mas até dos apóstolos, foram os únicos capazes de encontrar a verdade. (…) Nossa batalha, caríssimo, é contra estes, que escorregadios como serpentes, tentam se esgueirar de todos os lados.” Cito propositadamente Santo Irineu, pois ele viveu antes de Constantino, uns 150 anos depois que Jesus foi crucificado. Ele foi aluno de Santo Policarpo, bispo de Esmirna, que foi discípulo de São Pedro, aquele sobre o qual Cristo edificou a sua Igreja.

Wendy diz: “É um típico exagero católico pegar uma doutrina ortodoxamente apostólica, que desconhecia a ICAR como a conhecemos, e expô-la como se os próprios apóstolos fossem fiéis católicos, o que é uma coisa risível.” A se acreditar no leitor protestante, deve ter acontecido um fato histórico extraordinário. Se os apóstolos não instituíram a “Igreja como a conhecemos”, todos os seus discípulos diretos dela falavam e nela se incluíam. E mais, tentavam converter todo mundo a esta Igreja. Continuar a ler »

O porquê da resistência – breve resumo

Há tempos circulou por alguns blogs este vídeo que partilho agora convosco.

Já o tinha aqui na fila de espera há algum tempo e finalmente tive tempo para o partilhar:

Depois de o verem, se algum dos (poucos) leitores ainda se opuser a que a Missa de sempre seja amplamente celebrada, gostaria que me respondesse a uma simples pergunta: Porquê?

%d bloggers like this: