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Archive for the ‘Tradição’ Category

Há tempos circulou por alguns blogs este vídeo que partilho agora convosco.

Já o tinha aqui na fila de espera há algum tempo e finalmente tive tempo para o partilhar:

Depois de o verem, se algum dos (poucos) leitores ainda se opuser a que a Missa de sempre seja amplamente celebrada, gostaria que me respondesse a uma simples pergunta: Porquê?

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A maioria como critério de verdade?

Mesmo a propósito do meu último post encontrei este texto de Santo Atanásio no Arena da Teologia:

De Deus devemos esperar a força e as luzes necessárias para combater a mentira e o erro e a Ele recorreremos para obtê-las. Ele é o Deus da Verdade, Ele nos tirou do seio do erro e da ilusão, Ele nos diz no fundo do coração: “Eu sou a Verdade“, Ele sustenta nossa esperança e anima nosso zelo, quando nos diz: “Tende confiança, Eu venci ao mundo.”

Depois disso, como não sentir compaixão pelos que só medem a força e o poder da Verdade pelo grande número? Esqueceram, portanto, que Nosso Senhor Jesus Cristo não elegeu senão doze discípulos, gentes simples, sem letras, pobres e ignorantes, para opô-los, ao mundo inteiro , e que não lhes deu, como única defesa, senão a confiança Nele?…

Quão admirável é à força da Verdade! Sim, a Verdade é sempre vencedora, ainda que esteja sustentada por um número muito pequeno. Não ter outro recurso senão o grande número,recorrer a ele como a uma muralha contra todos os ataques, e como a uma resposta para todas as dificuldades, é reconhecer a debilidade de sua causa, é convir na impossibilidade em que se está de defender-se, é, numa palavra, reconhecer-se vencido….

Que vosso grande número me apresente a Verdade em toda sua pureza e seu brilho, estou disposto a render-me e minha derrota é segura; mas que não me dê como prova e razão nada mais que seu próprio grande número e sua autoridade: é querer causar terror e dar medo, mas de nenhum modo persuadir-me quando dez mil homens se tivessem reunido para fazer-me acreditar em pleno dia que é de noite, para fazer-me aceitar uma moeda de cobre por uma moeda de ouro, para persuadir-me a tomar um veneno descoberto e conhecido por mim, como um alimento útil e conveniente, estaria obrigado por isso a crer-lhes?

Portanto, já que não estou obrigado a acreditar no grande número, que está sujeito ao erro nas coisas puramente terrestres, por que razão quando se trata dos dogmas da religião e das coisas do céu, estaria eu obrigado a abandonar os que estão afeiçoados à Tradição de seus Pais, os que crêem com todos os que foram antes que eles… Por que razão, digo, estaria eu obrigado a abandoná-los para seguir a uma multidão que não dá nenhuma prova do que afirma? …

Não sigas a multidão para fazer o mal, nem o teu juízo se acomode ao que parece do maior número, se com isso te desvias da verdade!

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Altar girls? Ah grande Cardeal Arinze :)

Eis-me de volta das férias.

E para um regresso em grande, eis a resposta do Cardeal Arinze quando questionado sobre a presença de moças no grupo de acólitos.

Deliciosa a frase final:

The Church has allowed it, so we go along with it. But if I had my way you know what would happen!

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Comunhão na mão

Já tem sido amplamente divulgada por diversos blogs esta entrevista disponibilizada no Fratres in Unum mas não resisto em colocá-la também aqui.

Nunca é demais insistir: não há nada na Tradição que suporte a comunhão na mão.

Entrevista tirada daqui:

Entrevista de D. Nicola Bux concedida a Bruno Volpe:

Don Bux, qual é a maneira mais correta de comungar?

Diria que são duas. Há a posição de pé, recebendo a partícula na boca, ou de joelhos. Não vejo uma terceira via. (mais…)

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Tenho visto recentemente excelentes opiniões acerca de um livro chamado “A candeia debaixo do alqueire” do Pe. Álvaro Calderón.

Dado que ainda não possuo o livro (infelizmente) e reconhecida a minha preguiça usarei respeitosa e descaradamente os excertos encontrados no Lumina Virtutum. O primeiro podem encontrá-lo aqui:

A verdade torna o homem livre (Jo. 8, 32), porque lhe permite escolher aquilo que verdadeiramente lhe proporciona o bem; por isso o homem reto nada estima tanto como encontrar um mestre de grande autoridade que lhe revele o valor das coisas com respeito às quais deve exercer seu livre-arbítrio. Mas a corrupta mentalidade liberal padece da relação liberdade-autoridade como verdadeiro conflito. Para essa maneira de pensar, a liberdade individual é o valor supremo da pessoa; e, de todas as liberdades pessoais, a mais excelente é a liberdade de pensamento.

Para o católico tradicional, a autoridade aperfeiçoa a liberdade ao permitir ao homem escolher com certeza o que mais lhe convém (…) cada definição do magistério da Igreja é celebrada pelo católico como um novo terreno ganho para o uso seguro de sua liberdade, e ele deseja o máximo exercício do magistério. Para o liberal, em contrapartida, a autoridade restringe a liberdade e por isso, embora reconheça que é necessária para manter a unidade, lamenta como uma perda cada definição do magistério da Igreja e deseja que seu exercício se reduza ao mínimo indispensável.

Para o católico tradicional, o magistério da Igreja é regra próxima da fé comum dos cristãos, porque só a ele foi prometida a assistência do Espírito Santo para conservar integralmente e propor indefectivelmente o depósito da fé. Para o liberal, em contrapartida, o sentir comum dos fiéis é regra próxima do magistério (…) Não seriam os fiéis que devem ler as atas do magistério, mas o magistério que deve ler o coração dos fiéis.

Pe. Álvaro Calderón – A candeia debaixo do alqueire. Ed. Sétimo Selo

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